À Vontade do Freguês






6 August, 2006

Já agora

Outro dia envolvi-me numa discussão que pôs pessoas a achar-me ignorante ou parvo. Falava-se de povos e pessoas e eu dava conta que achava os franceses, no geral (sim, eu generalizo…), arrogantes, aliás, demasiado arrogantes para a história que têm. (Numa onda, manhosa, confesso, de que haja quem possa ser arrogante, porque o merece de alguma forma. Ao estilo José Mourinho.) Curiosamente ninguém se pareceu escandalizar com a constatação em si (de que os franceses serão arrogantes), nem ninguém se atirou ao facto de eu pôr as pessoas todas no mesmo pote, só por serem dum povo. O que indignou os meus convivas - esmagadoramente de esquerda, diga-se - foi o facto de dizer que os franceses têm uma história que não confere nesta prepotência que lhes detecto. Foi um ai jesus…

Assim, me confesso: acho que a França tem uma história insignificante e meia patética. Ainda esperam por uma guerra civil, para ver se têm algum sucesso militar, são conservadores socialistas da pior espécie e só estão (na Europa política) onde estão por pity de Churchill. Lamento.

O mais curioso, foi um dos convivas que depois me acusou de nada saber de história, e que ele, que tinha estudado é que sabia. E eu disse-lhe que não podia saber tudo, e que, convenhamos, esta questão era meramente interpretativa (outras não serão, é certo - mas esta nem é uma questão de história, é uma questão de patetice…). Foi outro ai jesus. E que ele também não se metia na minha área (engenharia), que eu, pois, não me metesse na área dele (história).

Mais uma confissão portanto: eu posso achar que o geral do francês é arrogante, ou que o geral do brasileiro é … lento, mas nunca vou achar que alguém, só por não ter tirado o meu curso, não percebe nada do que estudo. Ou que eu não possa dar uma liçãozinha a um historiador de algibeira. Esses rótulos eu não colo.


Esta é especial…

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Welfare kings on tractors:

 

But those sorts of numbers barely tell the story of our appallingly immoral agricultural corporatism. Subsidies combined with trade barriers (another term for subsidy) prop up the price of agricultural commodities for consumers at home while hurting farmers abroad. This is repugnant because agriculture is a keystone industry for developing nations and a luxury for developed ones. Hence we keep Third World nations impoverished, economically dependent and politically unstable. Our farm subsidies alone - forget trade barriers - cost developing countries $24 billion every year, according to the National Center for Policy Analysis. Letting poor nations prosper would be worth a lot more than the equivalent amount in foreign aid. But Big Agriculture likes foreign aid because it allows for the dumping of wheat and other crops on the world market, perpetuating the cycle of dependency.

 

 

 

Mais informação aqui.

 

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by Elise in Insurgente


Ai, ai…

…e se fosse ao contrário?

Disparos de rockets do Hezbollah fizeram mais de 20 feridos em Haifa


O primeiro-ministro libanês considerou que o projecto de resolução franco-norte-americano, que está a ser discutido na ONU, "não resolverá a crise e não favorece nem o Líbano, nem Israel"


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