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	<title>Comments on: Proibir, porquê?</title>
	<link>http://avontadedofregues.blogsome.com/2006/10/23/proibir-porque/</link>
	<description>"The health of a democratic society may be measured by the quality of functions performed by private citizens." - Alexis de Tocqueville</description>
	<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 04:57:27 +0000</pubDate>
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		<title>by: Gonçalinho</title>
		<link>http://avontadedofregues.blogsome.com/2006/10/23/proibir-porque/#comment-30</link>
		<pubDate>Mon, 23 Oct 2006 20:42:57 +0100</pubDate>
		<guid>http://avontadedofregues.blogsome.com/2006/10/23/proibir-porque/#comment-30</guid>
					<description>Fui caloiro praxado duas vezes. Fiz parte de duas tunas, e em ambas fui praxado. Fiz parte de um grupo académico de praxe, para o qual também fui praxado. Nunca fiz nada obrigado e diverti-me sempre.
Praxei, cheguei a ter uma desconfortável posição de força sobre a praxe da Fac. de Ciências do Porto, e nunca permiti que se &quot;convencesse&quot; fosse quem fosse à praxe, nem que se envolvesse dinheiro, sexo ou álcool numa praxe (o álcool vinha depois). Por isso fico triste quando me dizem que os praxistas são umas bestas, porque me atinge directamente. E fico fulo quando vejo que ainda por aí andam muitos idiotas a dar mau nome à praxe, aplicando-a sem regra nem moral.
Estou agora numa outra universidade, no estrangeiro, onde não se praxa. Sinto-lhe a falta, porque estou aqui há mais de dois meses e quase não conheço quase ninguém e sinto-me muito pouco integrado. Este é só um dos propósitos da praxe. Existem outros. Este é um dos mais evidentes.</description>
		<content:encoded><![CDATA[	<p>Fui caloiro praxado duas vezes. Fiz parte de duas tunas, e em ambas fui praxado. Fiz parte de um grupo académico de praxe, para o qual também fui praxado. Nunca fiz nada obrigado e diverti-me sempre.<br />
Praxei, cheguei a ter uma desconfortável posição de força sobre a praxe da Fac. de Ciências do Porto, e nunca permiti que se &#8220;convencesse&#8221; fosse quem fosse à praxe, nem que se envolvesse dinheiro, sexo ou álcool numa praxe (o álcool vinha depois). Por isso fico triste quando me dizem que os praxistas são umas bestas, porque me atinge directamente. E fico fulo quando vejo que ainda por aí andam muitos idiotas a dar mau nome à praxe, aplicando-a sem regra nem moral.<br />
Estou agora numa outra universidade, no estrangeiro, onde não se praxa. Sinto-lhe a falta, porque estou aqui há mais de dois meses e quase não conheço quase ninguém e sinto-me muito pouco integrado. Este é só um dos propósitos da praxe. Existem outros. Este é um dos mais evidentes.
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