À Vontade do Freguês






20 December, 2006

Memórias

A crónica de Joaquim Fidalgo no Público de hoje, versa sobre um jogo que o Chile ganhou por "walk-over". A pessoa do ano da Time, descobriu um vídeo sobre o mesmo tema. Aqui.


19 December, 2006

Ordem nas ordens…

O JMC faz aqui referência ao debate em que estivemos. Foi em Coimbra, e tratava-se do processo de Bolonha. Curiosamente, ou não, o debate acabou por "descambar" na utilidade, no poder e na necessidade das ordens profissionais.

Acho que tudo começou quando o JMC se insurgiu contra o poder das Ordens na definição dos ciclos de Bolonha, como aliás o faz aqui. Como eu disse lá, o problema não é as Ordens terem poder para decidir o que quer que  seja. É que esse poder é lhes dado, não o têm por decreto ou por vontade de algum decisor. Apenas ganham essa influência porque são elas que decidem quem exerce ou não determinada profissão em Portugal. Lia, não me recordo aonde, que as Ordens são a verdadeira herança do corporativismo de Salazar. Não podia estar mais de acordo. Por isso discordo com o João quando diz que se tem de acabar com essa influência. Acho que isso é impossível sem lhes retirar o poder de decidir quem pode ou não exercer determinada profissão. E concordo com o AA quando diz, em comentário aqui, que não pode ser o Estado a passar a ter esse poder. Já o disse: ninguém tem o direito de dizer quem posso ou não escolher para meu advogado, meu contabilista, meu arquitecto, etc.


Leituras

É por causa de "verdades" como esta, que este conselho é muito importante.

Parabéns ao LA pelo excelente e útilissimo artigo, e ao AA pelo constante empenho na recomendação deste tipo de leituras. 


15 December, 2006

E devia ser proibida por isso!

Odete Santos acusa série «Morangos com Açúcar» de apelar ao «não»


Direito ao emprego!

 

Caro leitor. Imagine que tem de decidir sobre quem irá contratar como operário especializado. Tem este seguintes dois candidatos. Qual escolheria?

 

 

Continuar a ler…




14 December, 2006

Debate

Hoje à noite estarei em Coimbra a debater o Processo de Bolonha. Quem quiser aparecer, é bem-vindo a partir das 2100, creio que no auditório do IPJ. São também oradores:

José Ribeiro e Castro, João Maria Condeixa, COnstantino Ramos (nepUC), entre outros.

 

Cumprimentos,

este vosso servo 


Concordo…

É uma alegria termos o Sol, mas o Expresso também dá que rir, de vez em quando.


13 December, 2006

Please

Estado, bonzinho, protege-me dos malvados concorrentes que oferecem o mesmo produto que eu e me tiram os clientes…


Tem graça…

No Iraque, ai Jesus, e ala-que-se-faz-tarde, e retirar, e guerra injusta…

Na Palestina, De que é que na Europa estamos à espera para tomar a iniciativa e começar a atacar o cancro.


12 December, 2006

TV

Volta e meia, até por esta polémica da ERC, vê-se quem diga que o espectador tem de ser protegido, coitadinho, porque as TVs são más e não dão a programação a tempo e horas, ou só dão porcaria e os intervalos são muito compridos. Ora eu concordo plenamente: as TVs são más, não dão a programação a tempo e horas, só dão porcaria e os intervalos são muito compridos. Concordo com isso tudo. Mas discordo que seja o governo ou a AR a interferir no mercado da televisão, obrigando isto ou aquilo "a bem do espectador".

Primeiro porque o espectador não é "o" espectador. São, potencialmente, dez milhões. E se o que me agrada mim desagrada ao meu irmão, ou à minha mãe, que fará a todos os outros. Qualquer intervenção com regras artificiais seria sempre a favor duma visão do que deve ser TV. E sabemos que essas visões têm tendência a não servir ninguém. Porque, por exemplo, se fixarmos um máximo de tempo de publicidade por dia vamos ver desparacer receitas, e com elas os investimentos das estações. Adeus House e CSI…

Obrigando as TVs a fixar a programação com 48 horas de antecedência, carecendo da boa-vontade de não sei quem a alteração à mesma, leva-nos a um controlo abusivo por parte do Estado/regulador na mesma programação. Depois acontece cair o governo e o mesmo obrigar a que se mantenha as Floribellas e os Preços Certos no ar para gerir a crise… E não me venham com um organismo independente que isso não existe porque depende sempre da confiança de quem lhe paga…

Voltamos pois ao mercado: se no panorama actual as TVs não tomam medidas destas por vontade própria não é obrigação do Estado, a bem de todos, impôr um mínimo de respeito?

Não. O estado devia era criar mercado, e abrir umas frequências terrestres para mais quem quisesse entrar no mercado, por forma a criar mais alternativas. Claro que Pinto Balsemão e Paes do Amaral sabem explicar muito bem porque é que isso não pode ser. 


Pinobushada

Sim, e não podiam estes achar mal o que outros fizeram…


11 December, 2006

Erquismos

Estava a escrever uma réplica a este - a meu ver, infeliz - texto de João Anacoreta, mas o João Porto fê-lo, e muito bem, por mim. Para completar, também não está mal a visão de Carlos Furtado. Que apenas peca por achar que a ERC é necessária.


Morreu Pinochet

Para mim, tenho que morreu um ditador, um torturador e um assassino. Ponto.


6 December, 2006

Why, tell me why…

No Público de hoje (pág. 22) lê-se que os alunos de Direito estão preocupados com Bolonha, porque o Governo ainda não decidiu qual a escolaridade mínima obrigatória para exercer a profissão. "Cabe ao Ministério da Justiça fazê-lo."

Vários alunos manifestam a sua preocupação com o facto de ainda não saberem se o seu curso será adaptado ao tempo que o ministério vier a definir.

Mas a ninguém ocorre perguntar: "Porquê? Porque é que é o Governo a definir quem pode ou não ser advogado, magistrado, etc?" 


E daqui a 21 anos?

A study that has followed 420,000 mobile phone users in Denmark, for up to 21 years, has comprehensively debunked the common fear of a link to cancer, and shows that mobile phone users have the same chance of developing the disease as the general population.

The very large number of people involved in the research and the exceptionally long periods over which their health was assessed mean that any significant effect on cancer risk, even after long-term use, can be ruled out.

Pode ser que venham outros mitos do senso comum caiam, por exemplo os do clima?? 


Grandes Portugueses

Blogosfera fora, pergunta-se o que é feito do programa "Grandes Portugueses" e porque não é anunciado o resultado da votação. Consultado o site da rtp chego a uma conclusão: deve ter dado barraca… Vejam:

No mês de Janeiro de 2007, a RTP promoverá um programa onde serão exibidas pequenas biografias dos 90 portugueses mais votados, ao mesmo tempo que serão anunciadas as 10 personalidades que serão submetidas à segunda fase de votação. Durante este segundo período de votação serão emitidos 10 documentários, um por cada personalidade.

"Segundo período de votação", hein? Quase que aposto que não divulgam os números da primeira fase… De facto, não deve ter sido o Eusébio. Nem a Amália. Nem Mário Soares. Nem Saramago…

 

Mas não haverá nenhuma toupeira na RTP que passe os números cá para fora? 


4 December, 2006

Camarate

26 Anos.


Get free blog up and running in minutes with Blogsome
Theme designed by Hadley Wickham