À Vontade do Freguês






6 December, 2006

E daqui a 21 anos?

A study that has followed 420,000 mobile phone users in Denmark, for up to 21 years, has comprehensively debunked the common fear of a link to cancer, and shows that mobile phone users have the same chance of developing the disease as the general population.

The very large number of people involved in the research and the exceptionally long periods over which their health was assessed mean that any significant effect on cancer risk, even after long-term use, can be ruled out.

Pode ser que venham outros mitos do senso comum caiam, por exemplo os do clima?? 


3 Comments »

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  1. Muito bem - se bem que a atitude deve ser “não sabemos, mas tudo aponta para não haver problemas”.

    Se calhar daqui a 20 anos toda a gente desenvolve “cancro do telemóvel”, se calhar daqui a 20 anos estamos a desenvolver guelras porque os oceanos subiram demasiado. Não haja consenso do contrário.

    O que acontece é que hoje, os “consensos” pseudo-científicos e politicamente correctos estão a esvair-se em fumo, como a poluição intelectual que são.

    Comment by AntónioCostaAmaral (AA) — 6 December, 2006 @ 11:52

  2. Concordo. Claro que podemos assumir que exista um cancro que se desenvolve apenas ao fim de 22 ou mais anos. Agora andar a alaramar as pessoas com isto ou aquilo que ninguém sabe ao certo, é muito infeliz.

    Comment by ms — 6 December, 2006 @ 11:55

  3. caro Micha, é muito bom que se encontrem notas de desmistificação de certas torias da desgraça, pois elas abundam bem menos do que as próprias teorias, talvez porque estas vendam melhor.
    É claro que está na base mais primária do nosso ser a resistência à mudança e o medo do novo. Desde as naus carimbadas pelo Velho do Restelo até ás 1.as tv’s a cores que supostamente “fazio muinto mal à bista”. Agora, depois da dos telemóveis, deve vir aí o temor de danos crónicos na coluna por causa da malinha dos pc’s portáteis.
    Já quanto ao clima, penso que é uma situação muito diferente. Tenho por certo que as maiores razões que assistem a estes medos são directamente proporcionais aos desvios às condutas ditas “naturais”, porque homem é homem, mas é bicho e é ser do planeta. Dar cabo do ozono é, pelo contrário, das coisas em que sou mais primário e “do Restelo”. Aí prefiro que pequemos por excesso de zelo.

    Comment by André RPinho — 9 December, 2006 @ 15:28

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