Perguntar não ofende…
Já se sabe que o segredo de justiça é quebrado a torto e a direito. Ontem percebi porquê: na entrevista de Judite de Sousa ao Procurador-Geral da República, a resposta que a jornalista mais ouviu foi "Não posso falar disso", "Isso está em segredo de justiça" ou "Não posso dizer".Judite de Sousa, que sabe de certeza que não deve perguntar certas coisas, insistia: "Mas Carmona Rodrigues está a ser investigado?", "Pinto da Costa é a figura cnetral do Apito Dourado?", "Fulano de tal é mesmo muito mau?".
A dada altura perante nova resposta negativa do PGR, Judite de Sousa replicava: "É que assim fico na dúvida, senhor PGR…".

