Concordo plenamente com o Bruno Alves:
Mesmo que, porventura, o subsídio fosse elevado ao ponto de alterar a opção das pessoas, o resultado não seria muito bom: estar-se-ia a criar uma espécie de "parideiras públicas", transformando a maternidade em profissão paga pelo contribuinte, como, segundo relatos, é o caso em certas camadas mais desfavorecidas da população inglesa.
(…)
Se o Estado quer "ajudar" ao crescimento da natalidade, não precisa de dar "carinho" a ninguém. Precisa de sair da frente, e deixar que se cire um verdadeiro mercado de arrendamento. Precisa de sair da frente, e deixar de sugar uma parte tão grande do rendimento dos contribuintes