Memória futura
Há dias discutia com um amigo os vários campos de pensamento na questão das alterações climáticas. Levantou-se a questão sobre o que teriam a ganhar os que vaticinam o fim do mundo para breve caso não mudemos drasticamente os nossos hábitos, partindo do princípio que eu defendia, que tanto as causas como as consequências são altamente exageradas.
Fica este breve apontamento para memória futura. Penso que os advogados da pobreza por decreto (quer sejam os que escolhem a via comunista, quer os mais recentes que optam pela via ecologista) têm alguma coisa a resolver com esta vida, que se lhes apresenta como inerentemente injusta.

