PCP em purgas, perdão, pulgas
Vão me desculpar, mas Luísa Mesquita, a deputada que faz finca-pé ao PCP, lembra todas as eminências pardas que Estaline saneou e mandou matar. Todos os que se calaram quando, antes deles, outros foram vítimas das purgas.
Posso estar a ser injusto, mas quem ouviu Luísa Mesquita a insurgir-se contra as purgas a Zita Seabra, Mário Lino, Rolão Preto, Edgar Correia? Quando “vieram buscar”* Júlio Fogaça ou Carlos Luís Figueira, Luísa Mesquita se não aplaudiu, calou-se. E com isso ajudou a instituir o modus operandi… Agora não se queixe.
Luísa que fica sentada, não só não é uma heroína, como é culpada. Ninguém pode dizer que não sabe ao que vai quando se junta ao PCP.
*A expressão pode parecer abusiva, mas se o PCP estivesse no poder, poderíamos concluir pela experiência de governos comunistas que, a expulsão da cúpula dirigente equivaleria a uma pena de morte.

