Liberdade religiosa? Nem sempre…
«Discordo da primeira parte, concordo com a segunda» - mas independentemente disso, não percebo o medo de se aprovar um “clube” destes numa escola. Aliás, porque é que estes clubes carecem de autorização ultrapassa-me. Pensar e falar, dentro dos limites do aceitável que defendo aqui, não é autorizável. É um direito natural e não carece da boa vontade de ninguém para ser exercido. O problema, e nota-se em Portugal, vide “Rivolição”, é quando caímos no erro de associar o direito à expressão (pessoal, artística, cultural, política, etc), ao direito a ser pago para exercer essa expressão. Além disso não ser liberdade, mas sim poder (liberdade é não ser proibido a fazer algo), cria dependência dos funcionários/burocratas/políticos.
Depois preocupem-se que não haja massa crítica…

