À Vontade do Freguês






31 May, 2008

A apatia policial

Sobre a greve dos pescadores:

O que me parece inaceitável é a forma como os pescadores estão a agir junto aos portos e lotas deste país. Em Olhão existiram bloqueios de estrada e buscas a malas de automóveis particulares para encontrar peixe, que de resto foi atirado à estrada, e em Matosinhos os pescadores impediram a entrada dos vendedores e clientes na lota. Isso provavelmente significa que a greve não está a obter o impacto desejado, um problema de quem o organizou, mas estas atitudes de alguns pescadores são intoleráveis e lembram o pior de outros tempos. Que eu saiba ainda não voltamos ao PREC, por isso estes actos são casos de polícia e devem ser tratados como tal. Serão?

As imagens que se viram nos telejornais são inadmissíveis, e não se percebe porque a polícia não está a lá a garantir as liberdades dos vendedores, ou dos pescadores que não desejem fazer greve. Se houver um mais desesperado que desate aos tiros ou que atropele alguém, não se admirem…


PSD: Sondagem pessoal

Sem direito a ficha técnica, a minha sondagem pessoal dá a vitória a MMF, o segundo lugar a PPC e PSL em terceiro.
(MMF em redor dos 40%, PPC em redor dos 33% e PSL com pouco mais de 20%)


29 May, 2008

Subsídios ao Etanol

A Economia é tramada:

Thanks to the inflating cost of popcorn, the price of movie tickets is expected to skyrocket by as much as 30% this year

If movies and popcorn are complements, you might think that higher popcorn prices would imply lower movie prices, to partially restore the cheapness of the overall bundle. But more realistically, the movie is a loss leader to attract buyers of high-margin popcorn. If popcorn gets priced out of buyers’ range, movie prices will rise to make up the difference since cheap tickets no longer bring in so much extra revenue at the concession stand.


Pescadores em greve

Os pescadores estão em greve porque a venda do peixe não lhes paga os custos, que subiram em paralelo com os aumentos dos combustíveis. Até aqui tudo bem, ninguém paga para trabalhar, é normal.
O que não percebo, e ainda não vi abordado, é porque é que não sobem o preço do peixe.


O dinheiro, malvado

E o grande problema para a compreensão de muitos efeitos económicos é o dinheiro. É mesmo!
Quando Bruto da Costa diz que o problema está nos salários, não percebe que os salários em €uro, são uma abstração. Se os salários subirem, mas não subirem os bens produzidos por eles, de nada serve esse aumento.
Tudo se torna mais fácil se tirarmos o dinheiro da equação. Vamos pensar em bens. Os trabalhadores duma determinada empresa (produtora de carros, p.ex.), ao invés de serem pagos em Euro, são pagos com um cabaz de bens - imagine o leitores os bens que quiser, que seriam transacionáveis no mercado por tudo o mais que lá houvesse. Os capitalistas da empresa, trocariam os carros que a empresa produz pelos bens com que pagariam os trabalhadores, mais aqueles que necessitam para operar a fábrica, bem como o seu próprio salário e os lucros para os investidores.
Tal como num mercado com moeda, num mercado com bens, há preços para os vários bens disponíveis, que se controlam pela oferta e a procura. Só que ao invés de carregar notas ou moedas, os próprios bens têm que ser carregados e trocados - se o leitor ao chegar aqui ainda não perceber porque é que o dinheiro é uma benção face ao sistema apresentado, pode parar de ler aqui: também não vai perceber o resto.
A questão principal no entanto prende-se com os salários: a solução de BdC para a pobreza é aumentar os salários. Pois aumentem-se então os salários dos nossos trabalhadores da empresa de automóveis. Se esse aumento não for acompanhado dum aumento de produtividade (ou seja a empresa continua a produzir o mesmo número de bens) o que acontece é que a empresa deixa de ter condições de funcionar, e teria que fechar.
Mas vamos dar novo passo: ao invés de apenas aumentar o salário dos nossos trabalhadores-exemplo, aumentamos o de toda a economia considerada: cada trabalhador receberia mais uma camisola de lã ao fim do mês, ou seu equivalente em outros bens. São propostas como as que o BE defendeu no passado aquando da “Marcha do Emprego”: Aumentem-se os salários, ou baixem-se as horas de trabalho sem baixa correspondente no salário. Como temos uma economia monetária, até parece porreiro: mais dinheiro ao fim do mês, mais riqueza. Só que se não nos iludirmos com a presença do dinheiro, e pensarmos em bens, tudo fica mais claro: se a nossa economia subir os salários em bens, mas se não forem produzidos mais bens, como podem os nossos trabalhadores receber mais? Como podem os nossos trabalhadores receber mais, se não existe mais que lhes dar?
É por isso que é irresponsável e ignorante defender um aumento salarial como fim da pobreza. O que precisamos é de maior produtividade, maior eficiência nos processo, trocas mais rápidas e informadas. Em suma: menos socialismo.

Nota final: quando o BCE ou a FED baixam as taxas de juro, ou injectam moeda na economia, estão a fazer crescer a massa monetária disponível, logo a aumentar o número de euros ou doláres que competem para a aquisição de bens. No fundo estão a dizer que há mais bens disponíveis, quando não os há. A isso chama-se inflação. Os preços sobem, as poupanças ardem. Obrigadinho.

Ler também: Socialismo bruto, Ainda o Socialismo bruto, Pleno Emprego, perigosa Utopia.


Pleno Emprego, perigosa Utopia

Continuação daqui:
O pleno emprego é uma velha bandeira socialista, e apesar de não se perceber como entra na luta contra a pobreza: um pouco antes de se lamentar de não ser alcançável o pleno emprego numa Economia livre, BdC queixava-se que muitos pobres até tinham emprego, mas não lhes pagavam o suficiente. Seja como for, BdC tem razão numa coisa: numa sociedade livre, nunca haverá pleno emprego. Eu acrescentaria: ainda bem.
Achar que “pleno emprego” é algo que as políticas deveriam perseguir, é pedir que as políticas sejam feitas contra a evolução da economia, e contra o aumento da prosperidade. Vejamos: quantos empregos foram destruídos, e continuam a ser devido a evoluções tecnológicas, automação de processos, robótica, aumentos de eficiência, etc? Fiadeiras, aguadeiros, condutores de coches, operadores de máquina, mineiros, etc, etc? E no entanto, temos mais ou menos desemprego que antes dessas inovações? Seria, por exemplo, boa política de combate ao desemprego proibir as empresas têxteis de usar máquinas de costura? Ou as de automóvel de proibir robots? Haverá quem diga que sim, mas a verdade é que hoje vivemos em média, e em absoluto, melhor que antes de termos robots e máquinas de costura. Os ricos são mais ricos, e os pobres são mais ricos hoje, quando comparado com há cem anos atrás (ou com há dez anos, já agora).
Porquê? Porque quanto menos recursos gastarmos na produção de determinado bem, mais barato ele fica. E o tempo e a mão-de-obra são dois recursos chave. Bens mais baratos tornam-se mais acessíveis e disponíveis. Numa economia sem expansão de moeda, i.e. em que o valor monetário em circulação se mantivesse constante, não seriam precisos aumentos salariais, para que as pessoas ficassem ricas com o passar de anos, porque os aumentos de produtividade lhes dariam mais a comprar com o mesmo dinheiro. Por outras palavras, os bens ficariam mais baratos.
Por isso, achar que o pleno emprego é um fim em si mesmo é perigoso e até estúpido. Uma economia, para poder gerar mais riqueza, vive da alteração do tecido laboral, e do despedimento nuns sectores, para gerar empregos noutros. Não vive do emprego para a vida. Achar que se pode parar nisto, é voltar à DDR, em que um carro demorava 15 anos a ser entregue.
O pleno emprego não é atingível, e ainda bem.


28 May, 2008

Ainda o Socialismo bruto

Ainda sobre a entrevista de Bruto da Costa, comentada aqui, vale a pena perder algum tempo para reflectir sobre as “soluções” que Bruto da Costa propõe para resolver o problema da pobreza. Refiro-me em particular a esta resposta:

Há muito que defendo que deve haver uma diversificação das fontes de rendimento: uma parte do trabalho, outra do capital, o que implica uma democratização no acesso ao capital, que não é só poder comprar uma acção: o número de acções que um cidadão comum tem não lhe permite ter a mais pequena influência na gestão da empresa. O que importa que o capital esteja disseminado quando quem continua a mandar são os grandes? A democratização do capital deve ser também a democratização da empresa.

Pode haver ainda medidas como um rendimento básico – já utilizado numa região da Bélgica e num estado norte-americano – que todos os cidadãos recebem, sobre o qual constrói o seu rendimento familiar. Esse rendimento básico pode não ser suficiente para viver, mas é uma almofada que protege nos ciclos em que inesperadamente se perde o rendimento.

Num mercado economicamente liberal, temos que saber se é possível alguma vez termos pleno emprego. Eu tenho dúvidas.

É extraordinário: o acesso livre ao capital, que pelos vistos na óptica de Bruto da Costa não existe, não bastará para que as empresas sejam democráticas. Teriam também que haver uma forma qualquer de acabar com a proporcionalidade dos votos nas decisões das empresas. Em suma, as empresas só serão democráticas, quando se organizarem de forma não democrática - resta saber o que isso tem que ver com pobreza… Será, provavelmente, uma maneira de impedir que as empresas sejam geridas por perigosos capitalistas que só procurem o lucro, para serem geridas pelo povo normal, que não se preocuparia com isso de fazer dinheiro.
Sem perder muito tempo com o “rendimento básico” - não é já o RSI? - avançaria para a questão do pleno emprego.


27 May, 2008

Socialismo bruto

Tenho andado demasiado ocupado com coisas demasiado fúteis, e por isso tenho que fazer um salto para o passado, para não deixar passar em claro a entrevista de Bruto da Costa, coordenador do estudo “Um Olhar Sobre a Pobreza”, ao Público.
A entrevista é paradigmática de vários vícios socialistas de pensamento. Desde logo o de fazer um estudo destes, pago por não sei que instituto público, que por sua vez é pago pelos meus impostos.
E é engraçado, que até há um momento em que pensei que afinal até assinaria o tal estudo. Diz o investigador:
[Após a entrada na CE] Portugal passou a ter programas de luta contra a pobreza, através de metodologias que deram um salto qualitativo no modo de encarar e tratar a pobreza. Poderíamos esperar que a pobreza tivesse uma redução apreciável. (…) Não teve(…) A pobreza em Portugal ou se manteve estável ou teve uma redução sem proporção com o esforço feito desde que Portugal entrou na UE, na luta contra a pobreza.
Mais abaixo elucida-nos:
Todos os projectos são desenhados de modo a não mexer no resto da sociedade. Essa é uma limitação decisiva. Se não há mudança social, não pode haver erradicação da pobreza. Se os programas não tocam no resto da sociedade, tentam resolver a pobreza dentro do universo da pobreza, mas não estão a resolver as causas. (…) Por definição: se tenho um problema de repartição primária (o dos salários), ele resolve-se por via da política económica.

O problema está, está visto, na distribuição dos salários. E resolve-se, claro, distribuindo melhor os salários. E a infelicidade de Bruto da Costa, é que num inquérito europeu de 2002 dois terços dos portugueses atribui a pobreza a factores que não são solúveis.
Ainda assim, alguém lhe deu dinheiro, para ver se mostrava como resolver um problema que dois terços dos portugueses entendem que não é solúvel. E ainda se queixa do nosso país!
Temos Socialista!


22 May, 2008

Neo-liberais duma figa…

Todos aqueles que apontam a crise nos EUA como uma prova de que políticas liberais não são solução (como o Rui Castro, aqui), faziam bem em questionar-se se os Estados Unidos são realmente um país de políticas liberais.
Prova de que não é bem assim, uma das possíveis, vá, são as tarifas à importação de cruzetas chinesas (!). Sim, o papão neo-liberal americano, impõe, para “salvar” empregos nacionais, tarifas à importação de cruzetas chinesas baratas. Nem vou discutir porque é que tarifas sobre a importação de bens estrangeiros mais baratos é um disparate (até porque Bastiat fê-lo muito melhor: A Negative Railroad, condensado, completo), mas aqui fica uma análise empírica sobre o caso em particular (via MR):

Advocates of trade restrictions often argue that protection will save jobs. Since we can observe price and cost increases associated with trade restrictions, we can estimate how much it costs to save each job in a protected industry. According to the NPR story, there are roughly 30,000 dry cleaners in the U.S., and on average, each pays an additional $4,000 per year due to the hanger tariff. This indicates an average annual cost of 30,000 firms x $4,000 per firm = $120 million. According to the U.S. International Trade Commission’s report, U.S. employment in wire hanger manufacturing was 564 workers in 2004 and fell to 236 workers by 2006. Let’s assume that employment in this sector would have fallen to zero in the absence of the tariff, and that with the tariff, employment will recover to 2004 levels. In other words, assume the tariff “saves” 564 jobs. Dividing the cost of the tariff to U.S. dry cleaners ($120 million year) by the number of jobs saved (564 jobs) indicates that each job saved costs about $212,765 per year. Keep in mind that the typical full-time worker in this sector earns about $30,000 per year. Even if we assume that industry employment doubles, the cost of the tariff is still roughly $120,000 per job.


20 May, 2008

A verdade… inconveniente



Via AA.


As vastas praias de Estrasburgo…

Strassburg i
Strassburg ii


Será de mim, ou isto é estúpido?

A UE vai criar o dia do mar! As cerimónias são em… … … Estrasburgo…


17 May, 2008

Absolutely fabulous…

Está encontrada origem de todos os males. As três causas do neo-marxismo do século XXI, as três causas que justificam socialização da economia e repressão da escolha individual, as três causas que são e serão responsavéis por mais poder do(s) estado(s) sobre nós, reúnem-se numa só para nos atormentar a nossa pacata vida vida. Sentem-se:

Obese people are contributing to the world food crisis and climate change, experts say.

The London School of Hygiene and Tropical Medicine calculated the obese consume 18% more calories than average.
They are also responsible for using more fuel, which has an environmental impact and drives up food prices as transport and agriculture both use oil.
The result is that the poor struggle to afford food and greenhouse gas emissions rise, the Lancet reported.
It comes as the World Health Organization predicts the obese population will double by 2015 to 700m.

Transport and food policy and the importance of sustainable transport must not be overlooked
Dr Phil Edwards, report co-author
In the UK, nearly a quarter of adults are classed obese, twice as many as there were in the 1980s.
The team found that obese people require 1,680 daily calories to sustain normal energy and another 1,280 to maintain daily activities - a fifth more than normal.
The higher consumption of food has a two-fold effect, researchers said.

First of all the increasing demand for food, drives up production (sic).
This means that agricultural processes are using more oil to meet demand, which contributes to the rising cost of fuel.
The cost of fuel is then passed on in the cost of food, making it more difficult for poorer areas to afford it.

Prices

What is more, the researchers said obese people are likely to rely on transport more and put more strain on that transport because of their mass, which again drives up prices and usage.

But the researchers said there was a solution.
Phil Edwards, who co-authored the article, said: “Urban transport policies that promote walking and cycling would reduce food prices by reducing the global demand for oil and promotion of a normal weight.
And they added: “Decreased car use would reduce greenhouse gas emissions.
“Transport and food policy and the importance of sustainable transport must not be overlooked.”
But Dr David Haslam, of the National Obesity Forum, said it was “stretching it a bit” to blame the obese in the way that the study appeared to do.
“Really, it is discriminatory towards obese people. They are an easy target at the moment, but I think the causes of climate change and rising food prices is much more complex.”

A isto, sim, chamaria uma vaga de fundo. E vem mesmo na nossa direcção…


15 May, 2008

Obrigado RTP

Na RTP1 passa esta manhã um programa sobre o ano e o mês de maio de 1968.
Referências desinteressadas como Fernando Rosas e Diana Adringa dão a sua visão dos acontecimentos: nada contra.
Mas até me engasguei no meu belíssimo almoço, quando, há momentos, Julío Isidro apresentava o ano de 1968 como o ano que ficava marcado pela morte de Che Guevara, a referência «ética (sic) e política» de muitos dos protagonistas do Maio de 68. Mais: enquanto Che morria na Bolívia, em Cuba Fidel fortalecia o seu poder pessoal algo que “possivelmente” Che não teria feito.
Segue-se um bonito momento de músicas evocativas do carniceiro Argentino.
Já agora, Che morreu em 1967, ficando por isso por perceber qual foi o critério de o inserir neste programa…

Televisão pública para quê, mesmo?

Ler também: Combate Cultural


13 May, 2008

No Smoking, please.

Já é costume. Já aconteceu em outras viagens. Ouvimos as pessoas que não se importaram.
Eis a resposta do assessor do primeiro-ministro, confrontado com o facto de o primeiro-ministro, o ministro da Economia e membros do staff terem fumado no vôo para Caracas.
E não deixa de ter razão: devia ser permitido fumar em condições em que ninguém se importasse - ainda que o Público insista que nunca foi pedida tal alteração. Mas não está em causa isso. Está em causa que o governo entendeu proibir fumar em espaços fechados mesmo que os intervenientes o permitissem. Ou seja, o governo transferiu da responsabilidade e liberdade dos visitantes, trabalhadores e donos de um qualquer café, a decisão de aprovarem o fumo no seu interior - em último caso desaprovariam deixando de o frequentar. O governo achou qeu caberia a ele próprio tomar as rédeas dessa decisão, desrespeitando a propriedade privada, e a liberdade de decisão.
Agora percebe-se que quem governa não quer saber das leis que aprova e defende. O governo pode, pelos vistos, decidir em que circunstâncias se aplicam as leis que ele próprio aprova. Isto indica mais sobre como pensam aqueles senhores que qualquer discurso retórico no Parlamento. O governo transformou-se numa espécie de casta de Frei Tomás.
Estamos bem, estamos.

P.S. (em jeito de brincadeira): o que virá a seguir: ministros que não respeitam o limite de velocidade?


12 May, 2008

“Critérios editoriais”

Que raio de título é este?
Autarcas não são muito ricos, mas alguns não se governam mal


Sistema de saúde no Canadá


If you are going to be sick in Canada, you are much further ahead being a beloved dog or cat. Even pet horses have far better prospects for healthier lives now than they ever had before. And where care for our dogs, cats and horses puts our own system to the greatest shame is in the domain of wait times and access to specialists.
(…)
“This is a country in which pets, with respect to the ability to purchase private health insurance, have more rights than their owners do,”

Via AMN.
Ler também :Unsocialized Medicine - A landmark ruling exposes Canada’s health-care inequity.


Sobre MFL e PSL

Sobre a recente polémica na campanha do PSD, gostaria de saber:
Santana era candidato em que círculo eleitoral em 2005? E Ferreira Leite vota em que círculo?


11 May, 2008

Winston Churchill

Imperdível. Que grande Homem!


Via FMS.


8 May, 2008

Maluquinhos de cá, visitam malquinhos de lá

(…)
Segundo Albano Nunes, as críticas à administração chinesa no Tibete “não são uma questão de soberania, nem de direitos humanos, mas sim uma forma das potências imperialistas pressionarem a China, aproveitando o pretexto dos JO”.

(…)

Citado hoje pelo Diário do Povo, jornal oficial do PCC, Liu Yunshan, Secretário do Comité Central do PCC, agradeceu ao PCP “o apoio precioso nas questões sobre o Tibete, Taiwan e direitos humanos”, depois do encontro com a delegação portuguesa no Palácio do Povo, em Pequim.
(…)


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