Mannschaft
Fica a dúvida: sem o Ricardo na baliza, tinham ganho?
E à Turquia?
People who are bicultural and speak two languages may unconsciously change their personality when they switch languages, according to a U.S. study.
(via)
O executivo distrital de Castelo Branco do Sindicato dos Professores da Região Centro (SPRC) voltou a criticar a criação do Colégio Internacional da Covilhã, realçando que “não admitirá mais financiamento público” para o estabelecimento, nem “permitirá atropelos aos direitos dos docentes que aí venham a exercer”. O SPRC considera que o município deveria “fomentar o desenvolvimento do ensino público em todas as freguesias, ao invés de promover e suportar a implantação de uma unidade privada”, considerando não haver razões que sustentem “a implantação de um estabelecimento de ensino com esta dimensão no concelho“.
Tão enternecedora, esta preocupação com o retorno do investimento privado.
Acabei de apanhar o site da Mozilla no ar (tem estado em baixo), e estou a baixar o Firefox 3.
Se é cliente aproveite e junte-se à tentativa de recorde mundial, baixando nas próximas horas.
Que se livrem de concluir que o Tratado é um merda. Há 18 governos/parlamentos a atestar o contrário, ‘tá bem?
Tem graça ouvir dizer que devido ao Não irlandês a União Europeia pode acabar.
É um bocado como querer comer um bife grande demais, não conseguir, e depois dizer que se está a morrer à fome.
A UE funciona bem, bastava parar esta tretas das novas instituições e continuar a trabalhar no que a Europa sabe bem: levantar barreiras internas, promover a cooperação e pouco mais.
E não, não precisamos dum presidente para isso.
Alguém me explica porque diabo o Benfica e o Guimarãessão convocados para a sessão que vai decidir o recurso do Porto na UEFA “como partes interessadas”?
A decisão que vai ser tomada não tem que ver com factos passados? Ou tem que ver com a “força” dos interessados que beneficiam da decisão?
Não sei bem se sou fã de futebol. Vejo com entusiasmo os jogos do Porto e da seleção, mas não fico muito cativado por ver jogos com equipas que não me dizem nada. Ontem, por exemplo, não consegui seguir o Suiça-Rep. Checa. Tenho que concluir que sou fã das equipas, mas não da modalidade.
Acho que em desportos de equipa isso é mais fácil de acontecer que me jogos individuais. É-me fácil ficar uma hora a ver Snooker entre dois bons jogadores, mesmo que nenhum seja o grande O’Sullivan. Fórmula 1 ou Poker idem. Agora, não aguento um Marítimo-Rio Ave…
A convite do colectivo, passo a partir de hoje a escreve também n’O Insurgente.
Ainda não sei muito bem como vou gerir este blogue de hoje em diante face a essa nova realidade, creio que só tempo dirá. Até lá, passem por aqui, e por ali.
Esta decisão, absolutamente inacreditável e lamentável, merece ser analisada sob vários pontos de vista, não tenho muito tempo, mas cá vai:
Se a tourada é susceptível de influenciar negativamente as crianças e adolescentes ou não, deveria ser algo deixado às famílias. Claro que, como as famílias não têm paciência para controlar o que os filhos vêm ou não na televisão, agradecem a censura institucional. Não deixa de ser curioso, no entanto, que a queixa tenha sido apresentada não por uma associação de pais, ou afim, mas pela “Animal”. Esta, não atingindo os seus objectivos (proibir as touradas) pela adesão social a tal ideia, vem socorrer-se dos tribunais para censurar a transmissão das mesmas. Tudo isso é legítimo, mas demonstra algum mau perder e mesmo desespero. Seja.
Mas repare-se nas declarações do dirigente da Animal: A RTP nunca mais deveria transmitir touradas, porque Trata-se de um espectáculo que foi considerado violento e inadequado para crianças e adolescentes por um tribunal. O tribunal declarou, está declarado. Não há como fugir: a partir de hoje, crianças em touradas (mas podem assistir ao vivo!?), serão apontadas como vítimas de pais irresponsáveis.
O Governo quer proibir a exportação de resíduos perigosos de Portugal para outros países da União Europeia. Esta é uma forma de proteger os dois centros integrados de reciclagem, valorização e eliminação de resíduos perigosos (CIRVER) que hoje são inaugurados na Chamusca.
(…)
Apesar de os dois CIRVER prometerem custos de tratamento mais baixos dos que os actuais, a concorrência da exportação inspira receios.
Vão estar as empresas ou os contribuintes a subsidiar uma indústria privada possivelmente ineficiente. E ainda dizem que Socilaismo é diferente de Capitalismo…
Lembra aquela família em que o patriarca proibira comprar sapatos ao sapateiro, e obrigava-as mulheres a produzirem-nos em casa, ainda que isso fosse mais caro que a alternativa. Conhecem a história?
Não? É porque se calhar nunca aconteceu… Porque será?
Sobre a “Taxa Robin dos Bosques“:
A expressão “taxa Robin dos Bosques” representa uma contradição nos termos. A “taxa” a que se refere o jornal não é mais do que um novo imposto sobre os lucros das companhias petrolíferas. Ora Robin dos Bosques, assim reza a lenda, roubava os impostos aos seus cobradores, a coroa e o princípe João Sem Terra, porque os considerava injustos. Robin dos Bosques era contra a cobrança de impostos. Por isso, dar o nome de um imposto a quem ficou conhecido por contestar os impostos só pode ser uma anedota.
O condutor, que algumas fontes no local referem ser um comerciante de peixe que forçou a entrada na Lota, foi identificado pela PSP de Olhão mas «não houve detenção», acrescenta ainda o oficial de dia do Comando de Faro.
O Bernardo queixa-se aqui da falta de tomates dos ex-assessores, ex-companheiros de luta, ex-amigos dos nossos políticos, que não lançam livros “reveladores” à moda Americana e Britânica - e não deixa de ter razão. Mas não será demais lembrar o que aconteceu a Rui Mateus (que é feito dele, já agora?) e o seu livro.
Saltando por cima de comentários aos resultados do PSD (a minha previsão não foi péssima), deixo-vos uma tomada de posição, que mostra bem que PSD só pode querer dizer “Partido Socialista Disfuncional”:
“O Governo português cometeu o disparate de aceitar o aumento de dois por cento na quota [do leite], não percebendo que era o início do fim do regime de quotas, e o Governo Regional comete a asneira de aceitar o seu desmantelamento“, explicou o líder Costa Neves, em conferência de imprensa. (…)
Costa Neves disse que a posição do partido é clara e, apenas, vai no sentido da “quota, quota, quota, tal como defendeu por unanimidade a Assembleia Legislativa Regional em Janeiro passado”.
Costa Neves, líder do PSD-Açores.
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